quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Cão Teleportador

Ao acordar de mais uma noite mal dormida, dou uma olhada para fora do abrigo. A fogueira ainda está em brasas.

- Preciso de mais madeira e palha.

Saí do abrigo para abastecer a fogueira e colocar o resto do javali para assar, já que não poderei levar nada comigo, pois estragaria.

É reconfortante ficar olhando as chamas enquanto queimam a madeira e a palha assando a carne logo acima. O fogo bruxuleante é hipnotizador, da uma sensação de paz interior imensa.

- Acho que já deve estar boa. Vou comer e seguir viajem.

Depois de comer boa parte da carne, deixei o que sobrou por lá mesmo, para alguma criatura que estiver com fome e passar por lá.

Apaguei a fogueira, subi no cavalo e voltei à estrada.

Meio dia se passa. Meu cantil está quase vazio. Preciso achar um riacho para enchê-lo e me refrescar. Os dias andam muito quentes para esta época do ano.

Por sorte encontro um pequeno córrego onde poderei beber um pouco de água e me reabastecer.

Ao longe vejo algo se movendo devagar na minha direção. A criatura parece um enorme canídeo com pelagem marrom-amarelada e orelhas grandes, de aspecto completamente comum. Então, ele desaparece num piscar de olhos e reaparece na margem do córrego. É um Cão Teleportador, muito comuns por estas planícies temperadas.



Imagem retirada do Livro dos Monstros 3.5 de D&D


Ele bebe água calmamente. Tenho sorte por não ser uma criatura agressiva. Há muitos animais agressivos nestas planícies. Não encontrei nenhuma ainda, por enquanto, mas é melhor tomar muito cuidado.

Reabastecido de água e refrescado, preciso seguir viagem para próxima cidade. Ela deve estar a mais alguns quilômetros ao norte das Colinas Temperadas. Preciso comprar outro cantil, para garantir, e de algo mais forte para beber.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escreva seu comentário aqui. Ele estará sujeito à moderação!